É impressionante o número de justificativas mal formuladas no mundo. Alguém atravessa o sinal vermelho com pressa e atropela outra pessoa. As guerras ainda existem mesmo existindo procedimentos econômicos que podem ser usados taticamente. Ainda assim gostamos da luta.
03/08/2010
A guerra por trás daquelas paredes vazias
02/08/2010
Calúnia
Alguns acreditam no que falam
e alguns dizem a verdade.
É ideal na contrariedade,
as mentiras-verdades que por nós resvalam.
Intenso calor do indizível,
Preludio do esquecimento confesso.
A verdade é descoberta com sucesso,
Como na mentira construtivel.
Não há o sempre que aguente,
nesse coração que dentro de nós bate.
Somos corpos inóspitos, prontos para combate;
Não há alma tão pura que não tente esconder
uma mínima verdade por infeliz envaidecer,
ou por pena ou por respeito. Falsamente comovente.
e alguns dizem a verdade.
É ideal na contrariedade,
as mentiras-verdades que por nós resvalam.
Intenso calor do indizível,
Preludio do esquecimento confesso.
A verdade é descoberta com sucesso,
Como na mentira construtivel.
Não há o sempre que aguente,
nesse coração que dentro de nós bate.
Somos corpos inóspitos, prontos para combate;
Não há alma tão pura que não tente esconder
uma mínima verdade por infeliz envaidecer,
ou por pena ou por respeito. Falsamente comovente.
23/09/2009
Scintilla contempta excitavit magnum incendium
-Introdução-
Um exemplo em estória para uma réles tentativa descritiva com objetivo catártico
-O começo do fim-
Estava frio, úmido e silencioso no coração da floresta, onde era díficil enxergar mais de dois metros sem ter a visão bloqueada por um tronco. Localização desconhecida. O aparente vazio pressionava o ar com uma força tremenda. Vez ou outra um forte vento conseguia penetrar a copa das árvores e sobrssaltá-los com o movimento sombrio de umas folhas secas. E elas voavam, faziam redemoinhos macabros junto com o sopro rasteiro e gélido nessa agourenta solidão que os fazia se agrupar por alguns minutos antes de terem certeza de que não havia perigo. O que era díficil que continuasse a acontecer, já fazia muito tempo que estavam naquele lugar e nada havia os encontrado, nem sequer uma borboleta, a probabilidade de continuar assim rareava a cada minuto que passava e o silêncio continuava pressionando os ouvidos e o ar continuava denso, escuro, frio. Ficar parado aumentava a chance de algo os encontrar, mexer-se ajudava que eles encontrassem algo. De qualquer maneira, a estratégia naquele momento foi parar e pensar.
A vegetação parecia os observar enquanto estavam sentados. Não só as folhas secas faziam barulho como todas as copas serviam para ressoar por todo o espaço visível. Todos os lados que se olhava pareciam iguais, verde dos musgos, preto da sombra, cinza das pedras, tudo se repetia.
A agonia que tomava conta deles sobia quente pela barriga para chegar ao pescoço fervendo, contorcendo tudo pelo caminho a ponto de criar uma tremedeira. Era o medo do fim. A idéia do fim era inaceitável, impossível, não fazia sentido. O fim empurrava lágrimas para fora cada vez que se olhavam. Estavam pensando nas oportunidades, no que restaria de vida. O fim era cruel por mantê-los naquele desespero, uma progressão lenta de aceitação. A cada minuto, chegava o fim.
Um exemplo em estória para uma réles tentativa descritiva com objetivo catártico
-O começo do fim-
Estava frio, úmido e silencioso no coração da floresta, onde era díficil enxergar mais de dois metros sem ter a visão bloqueada por um tronco. Localização desconhecida. O aparente vazio pressionava o ar com uma força tremenda. Vez ou outra um forte vento conseguia penetrar a copa das árvores e sobrssaltá-los com o movimento sombrio de umas folhas secas. E elas voavam, faziam redemoinhos macabros junto com o sopro rasteiro e gélido nessa agourenta solidão que os fazia se agrupar por alguns minutos antes de terem certeza de que não havia perigo. O que era díficil que continuasse a acontecer, já fazia muito tempo que estavam naquele lugar e nada havia os encontrado, nem sequer uma borboleta, a probabilidade de continuar assim rareava a cada minuto que passava e o silêncio continuava pressionando os ouvidos e o ar continuava denso, escuro, frio. Ficar parado aumentava a chance de algo os encontrar, mexer-se ajudava que eles encontrassem algo. De qualquer maneira, a estratégia naquele momento foi parar e pensar.
A vegetação parecia os observar enquanto estavam sentados. Não só as folhas secas faziam barulho como todas as copas serviam para ressoar por todo o espaço visível. Todos os lados que se olhava pareciam iguais, verde dos musgos, preto da sombra, cinza das pedras, tudo se repetia.
A agonia que tomava conta deles sobia quente pela barriga para chegar ao pescoço fervendo, contorcendo tudo pelo caminho a ponto de criar uma tremedeira. Era o medo do fim. A idéia do fim era inaceitável, impossível, não fazia sentido. O fim empurrava lágrimas para fora cada vez que se olhavam. Estavam pensando nas oportunidades, no que restaria de vida. O fim era cruel por mantê-los naquele desespero, uma progressão lenta de aceitação. A cada minuto, chegava o fim.
14/08/2009
Tudo passa
Há muito que não escrevo no blog porque a vida está muito corrida. Por isso, minha percepção de tempo está nula. O dia começa, acaba, e de repente estou parado na mesma hora que ontem.
Apenas para deixar uma presença.. um haikai preguiçoso, e ridículo, sobre o tempo. Em breve algum texto com mais substância.
Tempo:
O solene tempo, como tempo
e por ser tempo, passa.
Ah tempo!, passou.
Apenas para deixar uma presença.. um haikai preguiçoso, e ridículo, sobre o tempo. Em breve algum texto com mais substância.
Tempo:
O solene tempo, como tempo
e por ser tempo, passa.
Ah tempo!, passou.
02/11/2008
Merchandising
Divulgação positiva sempre faz muito bem... então uma pequena merchan será inserida
20/09/2008
Itunes, hablas português?
Hoje, atualizei minha biblioteca do itunes (na verdade refiz ela depois de uma formatação), eu já havia baixado o iTunes 8 e ele tinha se instalado como padrão em português...
Gastei uma hora para arrumar tudo, conectei o iPod sincronizei.
De repente, avisto uma falha tosca (no sentido puro da palavra: mal feita).
Não existe explicação para uma empresa no porte da apple cometer um erro desses:

Grátis?? O que é grátis???????!!
Shame on Apple...
Gastei uma hora para arrumar tudo, conectei o iPod sincronizei.
De repente, avisto uma falha tosca (no sentido puro da palavra: mal feita).
Não existe explicação para uma empresa no porte da apple cometer um erro desses:

Grátis?? O que é grátis???????!!
Shame on Apple...
16/09/2008
Porque as MULHERES enlouquecem os homens

Mulher - Onde você vai?
Homem - Vou sair um pouco.
Mulher - Vai de carro?
Homem - Sim.
Mulher - Tem gasolina?
Homem - Sim.... coloquei.
Mulher - Vai demorar?
Homem - Não... coisa de uma hora.
Mulher - Vai a algum lugar específico?
Homem - Não... só rodar por aí.
Mulher - Não prefere ir a pé?
Homem - Não... vou de carro.
Mulher - Traz um sorvete pra mim!
Homem - Trago... que sabor?
Mulher - Manga.
Homem - Ok... na volta eu passo e compro.
Mulher - Na volta?
12/07/2008
Enquanto ser vivente, é melhor rir..

Um brasileiro está calmamente tomando o café da
manhã quando um argentino típico, mascando chicletes,
senta-se ao lado dele.
O brasileiro ignora o argentino (óbvio) que, não se
conformando, começa a puxar conversa:
- Argentino: Você come este pão inteirinho?
- Brasileiro (de mau humor): Claro.
- Argentino: Nós não. Nós comemos só o miolo, a
casca nós vamos juntando num container, depois processamos,
transformamos em croissant e vendemos para o Brasil.
O Brasileiro ouve calado.
O Argentino insiste: Você come esta geléia com o pão?
- Brasileiro: Claro.
- Argentino: Nós, não. Nós comemos frutas frescas
no café da manhã jogamos todas as cascas, sementes e
bagaços em containers,depois processamos, transformamos
em geléia e vendemos para o Brasil.
- Brasileiro: E o que vocês fazem com as camisinhas depois
de usadas?
- Argentino: Jogamos fora, claro!
- Brasileiro: Nós não. Vamos guardando tudo em
contâineres, depois processamos, transformamos em chicletes e
vendemos para a Argentina...
30/06/2008
Yap, paraíso do pacífico
Rio de Janeiro, 23 de junho de 2008.
Clara,
Em julho do ano passado, dediquei-me a estudar locais de grandes atrativos. Recorri a uma listagem internacional de dedicatórias às cidades que os viajantes mais apreciavam. Neste catálogo, eles descrevem minuciosamente as belezas e dão dicas para que iniciantes não passem por situações complicadas em um país diferente. Fazem também observações estritas para quem não fala a língua local.
Algumas semanas depois, decidi fazer uma viagem para a Yap, uma ilha da Micronésia. Essa aventura foi a melhor que eu poderia ter escolhido, hospedei-me na capital Colônia, que fica voltada para uma enseada onde disponibilizam mergulhos incríveis. A ilha tem cento e dois quilômetros quadrados de paraíso tropical no pacífico sul.
A culinária é refinada, principalmente pelas influencias históricas que datam da ocupação espanhola, alemã, japonesa, e estadunidense. O contato com os nativos é um tanto estranho, mesmo assim são pessoas hospitaleiras, ainda usam dólar americano e falam inglês, o que para muitos é uma ajuda e tanto.
Devido à falta de pontos turísticos e passeios chatos de ônibus, passei meus dias por lá, na praia, mergulhando, festas, conheci uma variedade incrível de pessoas nessa maravilhosa ilha pouco divulgada que atende a quem precisa relaxar totalmente.
Depois dessa experiência, aconselho que visite Yap, porque você sempre diz quão nervosa está e que precisa de uma praia limpa e céu azul para não pensar em nada.
Boa viagem,
Gustavo Schrödinger
Clara,
Em julho do ano passado, dediquei-me a estudar locais de grandes atrativos. Recorri a uma listagem internacional de dedicatórias às cidades que os viajantes mais apreciavam. Neste catálogo, eles descrevem minuciosamente as belezas e dão dicas para que iniciantes não passem por situações complicadas em um país diferente. Fazem também observações estritas para quem não fala a língua local.
Algumas semanas depois, decidi fazer uma viagem para a Yap, uma ilha da Micronésia. Essa aventura foi a melhor que eu poderia ter escolhido, hospedei-me na capital Colônia, que fica voltada para uma enseada onde disponibilizam mergulhos incríveis. A ilha tem cento e dois quilômetros quadrados de paraíso tropical no pacífico sul.
A culinária é refinada, principalmente pelas influencias históricas que datam da ocupação espanhola, alemã, japonesa, e estadunidense. O contato com os nativos é um tanto estranho, mesmo assim são pessoas hospitaleiras, ainda usam dólar americano e falam inglês, o que para muitos é uma ajuda e tanto.
Devido à falta de pontos turísticos e passeios chatos de ônibus, passei meus dias por lá, na praia, mergulhando, festas, conheci uma variedade incrível de pessoas nessa maravilhosa ilha pouco divulgada que atende a quem precisa relaxar totalmente.
Depois dessa experiência, aconselho que visite Yap, porque você sempre diz quão nervosa está e que precisa de uma praia limpa e céu azul para não pensar em nada.
Boa viagem,
Gustavo Schrödinger
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