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-ninguém vai entender o texto bem porque tem um otro texto que é o tema.-
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Primeiro dia que estive fora da casa de minha avó pude sentir a liberdade. O som da rua me aguçava os sentidos. A mistura dos barulhos transforma tudo em uma música ritmada, que parecia pulsar do coração de cada transeunte. Percebi o leque de oportunidades que se abria na minha frente. O céu azul, clima fresco com seus vinte e dois graus Celsius, as circunstâncias me transformavam num estrangeiro à vida.
Nas primeiras horas da manhã que já tinham o sol a banhar os campos com seus tímidos raios luminosos, comecei minha jornada. Fui ao aeroporto com bagagens a mão, e um tempo mais tarde já embarquei, como destino o Taiti. O paraíso das águas cor de esmeralda e do relaxamento total do corpo e da mente. Durante três dias fiquei sentado em uma cadeira à beira da praia.
As ilhas do pacífico perderam seu encanto após algumas festas noturnas e em um mês me mudei para o Havaí. As maravilhas se tornaram cotidiano e eu queria conhecer mais. Viajei pelo mundo inteiro procurando um lugar que me chamasse a atenção, mas já comecei a pensar na casa da minha avó.
Afastei esse pensamento para longe, porque eu não poderia estar pensando em voltar depois de todo esse tempo de desejo de liberdade. Os chás ingleses e os vinhos italianos já me irritavam, eu não podia nem ouvir uma palavra sobre a cerveja alemã. Tudo era regional e me lembrava as comidas brasileiras.
Voltei para casa de minha avó para encontrá-la feliz. Pude novamente me sentir
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