02/11/2008
Merchandising
20/09/2008
Itunes, hablas português?
Gastei uma hora para arrumar tudo, conectei o iPod sincronizei.
De repente, avisto uma falha tosca (no sentido puro da palavra: mal feita).
Não existe explicação para uma empresa no porte da apple cometer um erro desses:

Grátis?? O que é grátis???????!!
Shame on Apple...
16/09/2008
Porque as MULHERES enlouquecem os homens

Mulher - Onde você vai?
Homem - Vou sair um pouco.
Mulher - Vai de carro?
Homem - Sim.
Mulher - Tem gasolina?
Homem - Sim.... coloquei.
Mulher - Vai demorar?
Homem - Não... coisa de uma hora.
Mulher - Vai a algum lugar específico?
Homem - Não... só rodar por aí.
Mulher - Não prefere ir a pé?
Homem - Não... vou de carro.
Mulher - Traz um sorvete pra mim!
Homem - Trago... que sabor?
Mulher - Manga.
Homem - Ok... na volta eu passo e compro.
Mulher - Na volta?
12/07/2008
Enquanto ser vivente, é melhor rir..

Um brasileiro está calmamente tomando o café da
manhã quando um argentino típico, mascando chicletes,
senta-se ao lado dele.
O brasileiro ignora o argentino (óbvio) que, não se
conformando, começa a puxar conversa:
- Argentino: Você come este pão inteirinho?
- Brasileiro (de mau humor): Claro.
- Argentino: Nós não. Nós comemos só o miolo, a
casca nós vamos juntando num container, depois processamos,
transformamos em croissant e vendemos para o Brasil.
O Brasileiro ouve calado.
O Argentino insiste: Você come esta geléia com o pão?
- Brasileiro: Claro.
- Argentino: Nós, não. Nós comemos frutas frescas
no café da manhã jogamos todas as cascas, sementes e
bagaços em containers,depois processamos, transformamos
em geléia e vendemos para o Brasil.
- Brasileiro: E o que vocês fazem com as camisinhas depois
de usadas?
- Argentino: Jogamos fora, claro!
- Brasileiro: Nós não. Vamos guardando tudo em
contâineres, depois processamos, transformamos em chicletes e
vendemos para a Argentina...
30/06/2008
Yap, paraíso do pacífico
Clara,
Em julho do ano passado, dediquei-me a estudar locais de grandes atrativos. Recorri a uma listagem internacional de dedicatórias às cidades que os viajantes mais apreciavam. Neste catálogo, eles descrevem minuciosamente as belezas e dão dicas para que iniciantes não passem por situações complicadas em um país diferente. Fazem também observações estritas para quem não fala a língua local.
Algumas semanas depois, decidi fazer uma viagem para a Yap, uma ilha da Micronésia. Essa aventura foi a melhor que eu poderia ter escolhido, hospedei-me na capital Colônia, que fica voltada para uma enseada onde disponibilizam mergulhos incríveis. A ilha tem cento e dois quilômetros quadrados de paraíso tropical no pacífico sul.
A culinária é refinada, principalmente pelas influencias históricas que datam da ocupação espanhola, alemã, japonesa, e estadunidense. O contato com os nativos é um tanto estranho, mesmo assim são pessoas hospitaleiras, ainda usam dólar americano e falam inglês, o que para muitos é uma ajuda e tanto.
Devido à falta de pontos turísticos e passeios chatos de ônibus, passei meus dias por lá, na praia, mergulhando, festas, conheci uma variedade incrível de pessoas nessa maravilhosa ilha pouco divulgada que atende a quem precisa relaxar totalmente.
Depois dessa experiência, aconselho que visite Yap, porque você sempre diz quão nervosa está e que precisa de uma praia limpa e céu azul para não pensar em nada.
Boa viagem,
Gustavo Schrödinger
24/06/2008
O que vale é a educação
Uma razão para o desleixo dos responsáveis é a sua estabilidade diante deste cenário. Indigente só é ajudado em época eleitoral para mostrar caridade. E funciona, porque “brasileiro não tem memória política”, e pela mentalidade imediatista que busca resultados a curtíssimos prazos, por exemplo: não se importam com o político que desviar milhões da União se ele lhes pagar uma cesta básica.
A comida continua sendo moeda de troca para a manipulação de massa. É de interesse dos facínoras que haja população faminta e selvagem, e esperando um favor a ser retribuído com votos. O país está tomado por vândalos que picham a nossa economia. Com sorte existem honestos no governo que amenizam o déficit de honra.
Esses são de grande valia, porque representam a solução. Se, no meio dos esquemas ilegais, um tiver a coragem de investir em educação, desencadeará a criação de novos cidadãos que saberão instruir, curar, alimentar e empregar os habitantes desta democracia.
Essa “cruzada” pela educação é, por tanto, um dever de todos que almejam um Brasil melhor. “Pais e empresários de todo o Brasil, uni-vos para melhorar a educação.” Diz Antônio Ermírio de Moraes, presidente administrativo do Grupo Votorantim.
10/06/2008
Um remorso apropriado
“Não basta apenas ser tolerante, é preciso ser hospitaleiro” disse o filósofo Jacques Derrida. Este conceito está entranhado nas ruas e calçadas. Nosso povo sorri e “parte para o abraço”, porque lutamos todos os dias contra a violência, e nossos visitantes não merecem sofrer isto também.
O que mais marca na cidade são a variedade de paisagens, culturas e pessoas. Única atividade não disponibilizada é o esqui, mas com tecnologia tudo é possível.
Formaram pelo mundo uma idéia muito selvagem e surreal do Rio de Janeiro, que é mostrado no episódio dos Simpsons no Brasil, no qual o Homer é seqüestrado e “uma fila de conga te leva a qualquer lugar”,sic. Não estão errados os americanos que juram que Buenos Aires é a nossa capital, porque eles são ensinados assim e o governo de lá brinca com o aprendizado formando bitolados para controlar o mundo.
Sentimo-nos depreciados por sermos subjugados no panorama mundial, mas enquanto eles destruíram todas suas florestas, mataram todos seus índios, podemos nos orgulhar de estarmos em um país pacífico, uma cidade grande maravilhosa que apresenta problemas como todas as outras.
23/05/2008
Semelhanças com os hermanos...
Traduza a frase abaixo:
'LA VIEN UN TARADO PELADO COM SU SACO EN LAS MANOS CORRIENDO ATRAZ DE LA BUSETA.'
Traduziu ?
Acertou ?
Tem certeza ?
TRADUÇÃO:
'LÁ VEM UM TONTO CARECA COM SEU PALETÓ NAS MÃOS CORRENDO ATRÁS DO MICRO ÔNIBUS.'
Pois é, além de não saber nada de espanhol, só pensa besteira...
17/05/2008
Militar

Jovem escreveu a seguinte carta para o oficial responsável pela dispensa do Serviço Militar.
"Prezado Oficial Militar:
Venho por intermédio desta, pedir a minha dispensa do serviço militar. A razão para isso é bastante complexa e tentarei explicar em detalhes.
Meu pai e eu moramos juntos e possuímos um rádio e uma televisão. Meu pai é viúvo e eu solteiro. No andar de baixo, moram uma viúva e sua filha, ambas muito bonitas e sem rádio e nem televisão. O rádio e a televisão fez com que nossas famílias ficassem mais próximas.
Eu me apaixonei pela viúva e casei com ela. Meu pai se apaixonou pela filha e também se casou com esta.
Neste momento, começou a confusão. A filha da minha esposa, a qual casou com o meu pai, é agora a minha madrasta.
Ao mesmo tempo, porque eu casei com a mãe, a filha dela também é minha filha (enteada).
Além disso, meu pai se tornou o genro da minha esposa, que por sua vez é sua sogra.
A minha esposa ganhou recentemente um filho, que é irmão da minha madrasta. Portanto, a minha madrasta também é a avó do meu filho, além de ser seu irmão. A jovem esposa do meu pai é minha mãe (madrasta), e o seu filho ficou sendo o meu irmão.
Meu filho é então o tio do meu neto, porque o meu filho é irmão de minha filha (enteada). Eu sou, como marido de sua avó, seu avô. Portanto, sou o avô de meu irmão.
Mas como o avô do meu irmão também é o meu avô, conclui-se que eu sou o avô de mim mesmo !!!
Portanto, Senhor Oficial, eu peço dispensa do serviço militar baseado no fato de que a lei não permite que avô, pai e filho sirvam ao mesmo tempo.
Em caso de dúvida, releia o texto várias vezes, ou tente desenhar um gráfico, para constatar que o meu argumento realmente está inteiramente correto.
(a.) Avô, pai e filho."
Conclusão: O rapaz foi dispensado
27/04/2008
A Evolução do Ensino da Matemática no Brasil..[autoria desconhecida]

Semana passada comprei um produto que custou R$ 1,58. Dei à balconista
R$ 2,00 e peguei na minha bolsa 8 centavos, para evitar receber ainda
mais moedas. A balconista pegou o dinheiro e ficou olhando para a
máquina registradora, aparentemente sem saber o que fazer. Tentei
explicar que ela tinha que me dar 50 centavos de troco, mas ela não se
convenceu e chamou o gerente para ajudá-la. Ficou com lágrimas nos
olhos enquanto o gerente tentava explicar e ela aparentemente
continuava sem entender.
Por que estou contando isso?
Porque me dei conta da evolução do ensino de matemática desde 1950,
que foi assim:
1. Ensino de matemática em 1950:
Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de
produção desse carro de lenha é igual a 4/5 do preço de venda .
Qual é o lucro?
2. Ensino de matemática em 1970:
Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de
produção desse carro de lenha é igual a 4/5 do preço de venda ou R$
80,00. Qual é o lucro?
3. Ensino de matemática em 1980:
Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de
produção desse carro de lenha é R$ 80,00. Qual é o lucro?
4. Ensino de matemática em 1990:
Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de
produção desse carro de lenha é R$ 80,00. Escolha a resposta certa,
que indica o lucro:
( )R$ 20,00 ( )R$40,00 ( )R$60,00 ( )R$80,00 ( )R$100,00
5. Ensino de matemática em 2000:
Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de
produção desse carro de lenha é R$ 80,00. O lucro é de R$ 20,00.
Está certo?
( )SIM ( ) NÃO
6. Ensino de matemática em 2007:
Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$100,00. O custo de
produção é R$ 80,00. Se você souber ler coloque um X no R$
20,00.
( )R$ 20,00 ( )R$40,00 ( )R$60,00 ( )R$80,00 ( )R$100,00
26/04/2008
O líquido mais caro do mundo [autoria desconhecida]

17/03/2008
Papagaio [autoria desconhecida]
Um homem comprou um papagaio mas quando chegou em casa foi aquela decepção. O papagaio resmungava,reclamava e xingava o dia inteiro. O dono tentou amansar o louro, lendo poesia, tocando musica clássica, mas não teve jeito. Passou a gritar, bater, ameaçar, mas o papagaio ficava pior e pior. Num momento de fúria, o dono pegou o papagaio e jogou dentro do freezer. O papagaio começou a xingar de tudo quanto era nome, mas subitamente, menos de 20 segundos depois, calou-se sem terminar o último palavrão. Pensando ter matado o papagaio, o dono abriu a porta do freezer e o louro começou o discurso:
- Sei que meu linguajar tem sido mais do que inapropriado a este ambiente familiar e que minha atitude não condiz com a atenção que o senhor tem me dado. Gostaria de apresentar minhas mais sinceras desculpas e colocar que daqui em diante me portarei adequadamente.
- Isso é bom mesmo! - retruca o dono.
E o louro quase chorando perguntou:
- Só por curiosidade, o que foi que o frango fez?'
14/03/2008
Moleque Dorminhoco [autoria desconhecida]
Eles sentam na primeira fila para que o menino possa apreciar bem a missa.
Mas meninos de oito anos não costumam gostar de igreja, principalmente esse.
E ele adormece no meio do sermão.
O padre nota isso, e decide dar-lhe um susto. Ele faz uma pergunta direta
para ele:
- E você, meu menino, diga quem foi que criou o céu e a terra?
A irmã do guri espeta um alfinete na bunda do menino que acorda de
sobressalto e grita:
- Meu Deus!
- Muito bem, meu filho - diz o padre.
Afinal, não esta errado... O pessoal que está por perto, olha para o
menino... Mas dali a pouco o menino volta a dormir, e o padre vê que precisa
acordá-lo outra vez.
Então ele pergunta:
- E me responda agora, quem foi o filho de Maria e José?
A menina volta a enfiar um alfinete na bunda do menino, que acorda e diz
alto:
- Jesus!
O padre percebe o que aconteceu, mas não pode dizer nada. O povo presta
ainda mais atenção no menino...
A resposta está correta !!!
Mas logo depois o menino cochila novamente e o padre pergunta:
- O que disse Eva para Adão quando eles acordaram a primeira noite juntos?
Mas antes que a irmãzinha pudesse dar-lhe outra alfinetada, o menino berra:
- SE VOCÊ ENFIAR ESSE NEGÓCIO NA MINHA BUNDA DE NOVO EU TE ARREBENTO!!
11/03/2008
Brasileiro não é um estado, é uma fato
Deseja-se um país melhor. Convencem-se de armar uma anarquia contra a politicagem que acomete a nação, porém deveriam se lembrar que, seja como estivermos, estamos muito melhor do que antes. Gritamos a quem quiser ouvir sobre o orgulho de nascer no Brasil, mas será que gostamos tanto de ser brasileiros?
“Moro! Num país tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza” canta Jorge Ben Jor. As características de calor úmido e festas internacionais parece não agradar a gregos e a troianos, por tanto, todos os anos as taxas de emigração ilegal são estratosféricas. Uma pena para outros países.
Os imigrantes visam melhor condição de vida, por isso vão para países “desenvolvidos”, como Estados Unidos e países da Europa em geral, poderiam ser considerados traidores da nação por deserção. O orgulho brasileiro está deturpado, querem que o Brasil seja desenvolvido, mas compram produtos importados ao invés de nacionais.
Os produtos americanos parecem agradar mais nossos olhos, por acaso se o produto carregar na etiqueta: “Feito no Brasil”, pré-conceituarão que é de baixa qualidade. Resume-se a inveja, invejamos o dólar, a “Nike”, as casas dos subúrbios americanos, o salário de um faxineiro, o atendimento médico, a educação, a “democracia” (com dois partidos) etc.
Como entoam os antigos: a grama é sempre mais verde no quintal do vizinho.
07/03/2008
Você fala como um pavão
Os efeitos da expressão corporal são “animais”. A percepção ocorre de forma instintiva, além de enviar mensagens selvagens e incontroláveis. Nosso contato com o meio é feito pelos sentidos e são estes que lêem e interpretam as trocas gestuais com outros seres com que se interaja.
Conforme ocorra esta interação, reagimos de formas distintas: conversando com amigos ou com desconhecidos. Nesta separação, definimos uma situação confortável e conhecida dos sentidos em contrapartida a outra estressante e nova. Na primeira, estamos relaxados; na segunda, preocupadíssimos com o que o outro pode estar pensando.
Logo ao armar esta guerra em nossos cérebros, começamos a intervir em nossa atitude e criamos uma peça teatral. Gestos, olhares, reações, histórias espontâneas, que foram ensaiadas na cabeça em fração de segundo. Formamos um ambiente que cremos que o receptor se sente confortável, forjando expressões corporais.
Enquanto fingimos, tentamos ler as respostas que provocamos com o “teatro” como um ator espera aplausos ao final de sua apresentação. Distrações para uma transferência natural de sinais, essa leitura forçada aumenta o estado estressante e adquirimos estranha ansiedade seguida de tremedeira e suor excessivo.
Enfrentamos a influência de quem interpreta o corpo, somos induzidos pela situação e agimos da forma que não deveríamos.