17/03/2008

Papagaio [autoria desconhecida]

Um homem comprou um papagaio mas quando chegou em casa foi aquela decepção. O papagaio resmungava,reclamava e xingava o dia inteiro. O dono tentou amansar o louro, lendo poesia, tocando musica clássica, mas não teve jeito. Passou a gritar, bater, ameaçar, mas o papagaio ficava pior e pior. Num momento de fúria, o dono pegou o papagaio e jogou dentro do freezer. O papagaio começou a xingar de tudo quanto era nome, mas subitamente, menos de 20 segundos depois, calou-se sem terminar o último palavrão. Pensando ter matado o papagaio, o dono abriu a porta do freezer e o louro começou o discurso: 

- Sei que meu linguajar tem sido mais do que inapropriado a este ambiente familiar e que minha atitude não condiz com a atenção que o senhor tem me dado. Gostaria de apresentar minhas mais sinceras desculpas e colocar que daqui em diante me portarei adequadamente.

- Isso é bom mesmo! - retruca o dono.

E o louro quase chorando perguntou:

- Só por curiosidade, o que foi que o frango fez?'

14/03/2008

Moleque Dorminhoco [autoria desconhecida]

Os pais levam o filho de oito anos e a irmãzinha de sete para a igreja.
Eles sentam na primeira fila para que o menino possa apreciar bem a missa.
Mas meninos de oito anos não costumam gostar de igreja, principalmente esse.
E ele adormece no meio do sermão.
O padre nota isso, e decide dar-lhe um susto. Ele faz uma pergunta direta
para ele:
- E você, meu menino, diga quem foi que criou o céu e a terra?
A irmã do guri espeta um alfinete na bunda do menino que acorda de
sobressalto e grita:
- Meu Deus!
- Muito bem, meu filho - diz o padre.
Afinal, não esta errado... O pessoal que está por perto, olha para o
menino... Mas dali a pouco o menino volta a dormir, e o padre vê que precisa
acordá-lo outra vez.
Então ele pergunta:
- E me responda agora, quem foi o filho de Maria e José?
A menina volta a enfiar um alfinete na bunda do menino, que acorda e diz
alto:
- Jesus!
O padre percebe o que aconteceu, mas não pode dizer nada. O povo presta
ainda mais atenção no menino...
A resposta está correta !!!
Mas logo depois o menino cochila novamente e o padre pergunta:
- O que disse Eva para Adão quando eles acordaram  a primeira noite juntos?
Mas antes que a irmãzinha pudesse dar-lhe outra alfinetada, o menino berra:
- SE VOCÊ ENFIAR ESSE NEGÓCIO NA MINHA BUNDA DE NOVO EU TE ARREBENTO!!

11/03/2008

Brasileiro não é um estado, é uma fato

Deseja-se um país melhor. Convencem-se de armar uma anarquia contra a politicagem que acomete a nação, porém deveriam se lembrar que, seja como estivermos, estamos muito melhor do que antes. Gritamos a quem quiser ouvir sobre o orgulho de nascer no Brasil, mas será que gostamos tanto de ser brasileiros?

“Moro! Num país tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza” canta Jorge Ben Jor. As características de calor úmido e festas internacionais parece não agradar a gregos e a troianos, por tanto, todos os anos as taxas de emigração ilegal são estratosféricas. Uma pena para outros países.

Os imigrantes visam melhor condição de vida, por isso vão para países “desenvolvidos”, como Estados Unidos e países da Europa em geral, poderiam ser considerados traidores da nação por deserção. O orgulho brasileiro está deturpado, querem que o Brasil seja desenvolvido, mas compram produtos importados ao invés de nacionais.

Os produtos americanos parecem agradar mais nossos olhos, por acaso se o produto carregar na etiqueta: “Feito no Brasil”, pré-conceituarão que é de baixa qualidade. Resume-se a inveja, invejamos o dólar, a “Nike”, as casas dos subúrbios americanos, o salário de um faxineiro, o atendimento médico, a educação, a “democracia” (com dois partidos) etc.

Como entoam os antigos: a grama é sempre mais verde no quintal do vizinho.

07/03/2008

Você fala como um pavão

Os efeitos da expressão corporal são “animais”. A percepção ocorre de forma instintiva, além de enviar mensagens selvagens e incontroláveis. Nosso contato com o meio é feito pelos sentidos e são estes que lêem e interpretam as trocas gestuais com outros seres com que se interaja.

Conforme ocorra esta interação, reagimos de formas distintas: conversando com amigos ou com desconhecidos. Nesta separação, definimos uma situação confortável e conhecida dos sentidos em contrapartida a outra estressante e nova. Na primeira, estamos relaxados; na segunda, preocupadíssimos com o que o outro pode estar pensando.

Logo ao armar esta guerra em nossos cérebros, começamos a intervir em nossa atitude e criamos uma peça teatral. Gestos, olhares, reações, histórias espontâneas, que foram ensaiadas na cabeça em fração de segundo. Formamos um ambiente que cremos que o receptor se sente confortável, forjando expressões corporais.

Enquanto fingimos, tentamos ler as respostas que provocamos com o “teatro” como um ator espera aplausos ao final de sua apresentação. Distrações para uma transferência natural de sinais, essa leitura forçada aumenta o estado estressante e adquirimos estranha ansiedade seguida de tremedeira e suor excessivo.

Enfrentamos a influência de quem interpreta o corpo, somos induzidos pela situação e agimos da forma que não deveríamos.