11/03/2008

Brasileiro não é um estado, é uma fato

Deseja-se um país melhor. Convencem-se de armar uma anarquia contra a politicagem que acomete a nação, porém deveriam se lembrar que, seja como estivermos, estamos muito melhor do que antes. Gritamos a quem quiser ouvir sobre o orgulho de nascer no Brasil, mas será que gostamos tanto de ser brasileiros?

“Moro! Num país tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza” canta Jorge Ben Jor. As características de calor úmido e festas internacionais parece não agradar a gregos e a troianos, por tanto, todos os anos as taxas de emigração ilegal são estratosféricas. Uma pena para outros países.

Os imigrantes visam melhor condição de vida, por isso vão para países “desenvolvidos”, como Estados Unidos e países da Europa em geral, poderiam ser considerados traidores da nação por deserção. O orgulho brasileiro está deturpado, querem que o Brasil seja desenvolvido, mas compram produtos importados ao invés de nacionais.

Os produtos americanos parecem agradar mais nossos olhos, por acaso se o produto carregar na etiqueta: “Feito no Brasil”, pré-conceituarão que é de baixa qualidade. Resume-se a inveja, invejamos o dólar, a “Nike”, as casas dos subúrbios americanos, o salário de um faxineiro, o atendimento médico, a educação, a “democracia” (com dois partidos) etc.

Como entoam os antigos: a grama é sempre mais verde no quintal do vizinho.

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