Rio de Janeiro, 23 de junho de 2008.
Clara,
Em julho do ano passado, dediquei-me a estudar locais de grandes atrativos. Recorri a uma listagem internacional de dedicatórias às cidades que os viajantes mais apreciavam. Neste catálogo, eles descrevem minuciosamente as belezas e dão dicas para que iniciantes não passem por situações complicadas em um país diferente. Fazem também observações estritas para quem não fala a língua local.
Algumas semanas depois, decidi fazer uma viagem para a Yap, uma ilha da Micronésia. Essa aventura foi a melhor que eu poderia ter escolhido, hospedei-me na capital Colônia, que fica voltada para uma enseada onde disponibilizam mergulhos incríveis. A ilha tem cento e dois quilômetros quadrados de paraíso tropical no pacífico sul.
A culinária é refinada, principalmente pelas influencias históricas que datam da ocupação espanhola, alemã, japonesa, e estadunidense. O contato com os nativos é um tanto estranho, mesmo assim são pessoas hospitaleiras, ainda usam dólar americano e falam inglês, o que para muitos é uma ajuda e tanto.
Devido à falta de pontos turísticos e passeios chatos de ônibus, passei meus dias por lá, na praia, mergulhando, festas, conheci uma variedade incrível de pessoas nessa maravilhosa ilha pouco divulgada que atende a quem precisa relaxar totalmente.
Depois dessa experiência, aconselho que visite Yap, porque você sempre diz quão nervosa está e que precisa de uma praia limpa e céu azul para não pensar em nada.
Boa viagem,
Gustavo Schrödinger
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