10/06/2008

Um remorso apropriado

O Rio de Janeiro já foi capital do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves. Naquela época o perfil da cidade era delimitado pelas festas nobres ou manifestações informais, hoje, ela demonstra cultura, beleza, felicidade, festas, maravilhas turísticas. O espírito carioca é aberto para receber pessoas de qualquer nacionalidade, incluindo a brasileira, e fazê-las lembrarem de tudo para sempre.
“Não basta apenas ser tolerante, é preciso ser hospitaleiro” disse o filósofo Jacques Derrida. Este conceito está entranhado nas ruas e calçadas. Nosso povo sorri e “parte para o abraço”, porque lutamos todos os dias contra a violência, e nossos visitantes não merecem sofrer isto também.
O que mais marca na cidade são a variedade de paisagens, culturas e pessoas. Única atividade não disponibilizada é o esqui, mas com tecnologia tudo é possível.
Formaram pelo mundo uma idéia muito selvagem e surreal do Rio de Janeiro, que é mostrado no episódio dos Simpsons no Brasil, no qual o Homer é seqüestrado e “uma fila de conga te leva a qualquer lugar”,sic. Não estão errados os americanos que juram que Buenos Aires é a nossa capital, porque eles são ensinados assim e o governo de lá brinca com o aprendizado formando bitolados para controlar o mundo.
Sentimo-nos depreciados por sermos subjugados no panorama mundial, mas enquanto eles destruíram todas suas florestas, mataram todos seus índios, podemos nos orgulhar de estarmos em um país pacífico, uma cidade grande maravilhosa que apresenta problemas como todas as outras.

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